
Durante conferência com analistas de Wall Street, o executivo afastou especulações que sustentam que a empresa quer aliar seus serviços de busca com outros produtos para competir com o Internet Explorer, programa quase onipresente nos computadores pessoais conectados à Web.
"Parece que as pessoas já têm boas opções de browsers", disse Schmidt. "Não criaremos um browser pela diversão de projetarmos um browser", acrescentou.
O Google incentiva os internautas a usar uma variedade de alternativas para o Internet Explorer, particularmente o navegador de código-aberto Firefox.
A empresa também tem parcerias para encorajar o uso do browser Safari, entre clientes de computadores da Apple, e do navegador Opera, da Opera Software ASA, disse o executivo.
Reuters
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