
Com este objetivo, a empresa americana assinou vários acordos de cooperação com quatro grandes editoras chinesas, cujos livros poderão ser procurados através da nova ferramenta.
Além disso, os internautas poderão ter livre acesso a um trecho de cada uma das obras. Mas para ler a obra completa o usuário terá que pagar uma taxa, segundo o vice-presidente do Google, Kai-fu Lee. Ele acrescentou que a companhia quer participar da produção de publicações digitais.
Ao contrário do Google, o Baidu nutre sua ferramenta de busca de livros na rede, que conta com 15 milhões de volumes, através de acordos com várias bibliotecas, entre elas a Nacional de Ciências, a maior especializada do país.
O Google e o Baidu são responsáveis por 90% das buscas dos internautas chineses, seguidos de longe pelo Yahoo, com menos de 5% da cota de mercado.
EFE
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