Segundo o site ZDNet , Graham explicou que os cibercriminosos hoje concentram mais esforços em impedir que seu código seja detectado pelos principais antivírus que em criar algo destrutivo, o que explicaria a ineficiência citada no evento. "Então, se você está rodando alguns desses softwares, oito em cada dez vírus entrarão", completou Ingram. Mas, a ineficiência não fica apenas na mão de programas famosos. Aplicações de menos nome são um pouco mais eficientes, no entanto o nível de não-detecção chega a 60%.
Graham Ingram se declarou preocupado com a taxa de sucesso dos antivírus nos testes, e afirmou que hoje os cibercriminosos atacam máquinas que estão protegidas por softwares que não funcionam.
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