
O "nanocão" foi desenvolvido por uma equipe da Universidade de Wales e escola de Química de Bangor, no Reino Unido, e é liderado pelo professor Maher Kalaji. O biosensor já foi patenteado e agora os desenvolvedores estão adiantados no trabalho de um protótipo para comercialização.
Graças à nanotecnologia, o biosensor "nanocão" tem sensibilidade suficiente para detectar explosivos numa escala de uma parte para um trilhão, segundo notícia no site Wales.co.uk (http://icwales.icnetwork.co.uk/).
Redação Terra
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