O Ceitec ficou com a responsabilidade de desenvolver o módulo analógico do circuito integrado, enquanto que a Innalogics, em ação conjunta com a Pucrs, irá desenvolver os módulos digitais, além do software gerenciador e controlador da etiqueta.
As etiquetas eletrônicas inteligentes são uma espécie de "DNA digital", permitindo que sejam armazenadas as principais informações a respeito de um objeto, animal ou pessoa. Isto, graças à implantação da tecnologia RFID (Radio Frequency Identification), na forma de um chip.
A tecnologia possibilita a consulta sobre a localização, preço, fabricante e, até mesmo, a data e hora da fabricação de um determinado objeto ou produto. Fabiano Hessel, um dos coordenadores do projeto, revela que, entre as várias aplicações das etiquetas, elas podem ser utilizadas tanto para identificar um animal, quanto um produto.
Através delas, será possível se ter um total conhecimento sobre as diferentes etapas da vida de um animal, além das informações pertinentes a respeito de um produto. Desse modo, tecnologias mais antigas como o código de barras, por exemplo, estariam prestes a ser substituídas pelo tag RFID. Tais vantagens já vêm despertando o interesse de grandes empresas, como é o caso do grupo Wall Mart, uma das maiores redes de supermercado do mundo, que já adotou a nova tecnologia.
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