
Atualizada às 17h37
Por ordem do juiz da 17ª Vara da Justiça Federal, José Marcos Lunardelli, a Google Brasil foi intimada a revelar dados que permitiriam a identificação de pessoas acusadas de recorrer ao anonimato nesse endereço na internet para a prática de crimes como pedofilia, homofobia e racismo.
Enquanto corria o prazo, porém, o processo voltou ao MPF, que decidiu entrar com novo recurso. Nessa nova ação civil pública, o MPF solicitou que fosse estendida a quebra de sigilo para outros serviços oferecidos pela Google, filial da norte-americana Google INC, em casos de, futuramente, ocorrerem processos semelhantes.
Esse pedido foi negado pelo juiz substituto de Lunaderlli, Paulo Cezar Neves Júnior, que decidiu prorrogar o prazo. No despacho, o magistrado justifica que a empresa foi prejudicada em sua defesa pelo fato de o processo ter ficado em poder do MPF do dia 4 de setembro ao dia 11 de setembro.
O novo prazo passa a contar a partir do momento em que a empresa receber a intimação.
Agência Brasil
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