
"O ritmo de inovação nos próximos dez anos será muito mais rápido que o registrado até agora", afirmou Gates. O empresário, multimilionário e filantropo americano se vê sentado em uma sala, acessando todo tipo de informação com simples gestos manuais. "Toda carteira, toda mesa deverá ter esse tipo de tecnologia incorporada", explicou Gates, que sonha com o desaparecimento do papel.
Perguntado sobre a perseguição de autoridades chinesas a usuários da Internet, Gates se mostrou evasivo. "Interessa ou não que a Internet possibilite um maior acesso à informação disponível naquele país?", perguntou retoricamente. Gates recomendou, antes de se julgar, ir ao país em questão e falar com as pessoas para saber quais são suas prioridades.
"Há uma tendência a exportar a outros países as prioridades do Ocidente", criticou o empresário americano. O jornal The Observer, que iniciou uma campanha com a Anistia Internacional (AI) a favor da liberdade de expressão na rede, apoiada até agora por 50 mil pessoas no mundo todo, diz que essa resposta não vai satisfazer à ONG humanitária.
EFE
13h31 » Teste: roteador portátil tem formato de pendrive
20h10 » Jovem destrava iPhone 3G S para qualquer aplicativo
17h54 » Patch no Linux pode evitar risco de processos da Microsoft