
Atualizada às 14h32
Essa é uma das várias armas desenvolvidas por cientistas para enfrentar militantes, disse a publicação. Entre as outras armas, há um par de superluvas capazes de conceder a quem as usar a força de um "homem biônico" e sensores em miniatura para detectar homens-bomba. Os protótipos das novas armas devem ficar prontos dentro de três anos, afirmou Peres.
A pesquisa com nanotecnologia integra o setor de segurança de Israel e promete encontrar soluções criativas para problemas militares até agora insolúveis, afirmou ao Yedioth Ahronoth o vice-primeiro-ministro israelense, Shimon Peres. "A guerra no Líbano provou que precisamos de armamentos menores. Não faz sentido enviar um avião que vale US$ 100 milhões contra um terrorista suicida. Portanto, estamos desenvolvendo armas futuristas", disse o vice-premiê.
Os 34 dias de guerra no Líbano terminaram com um cessar-fogo patrocinado pela Organização das Nações Unidas (ONU), na metade de agosto. A guerra matou mais de 1.200 libaneses, a maior parte deles civis, e 157 israelenses, a maior parte deles soldados.
Reuters
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