
Entre os listados estão o "Star Wars Kid"; o vídeo amador que mostra a socialite Paris Hilton fazendo sexo com um namorado e um trailer vencedor de um concurso, que apresenta o filme de suspense O Iluminado como se fosse uma comédia.
Há também os "acasos": uma reportagem de 1970 sobre uma baleia morta ganhou fama na Internet porque alguém resolveu se livrar dos restos do animal usando dinamite, e exagerou: o vídeo mostra os pedaços de carne podre de baleia voando pela praia. Um dos pedaços chegou a amassar um carro.
A exibição destes vídeos, às vezes, tem conseqüências inesperadas. David Elsewhere, por exemplo, apresentou uma dança esquisita mas muito original em um show de talentos. O vídeo publicado na Internet mudou a vida dele: começou a ser chamado para um série de programas de TV, comerciais e talkshows.
No Brasil, o representante mais famoso dos virais é, provavelmente, o vídeo "Tapa na Pantera", que mostra uma atriz falando sobre o hábito de fumar maconha. Esmir Filho, o diretor, contou em um debate sobre o YouTube realizado em Porto Alegre que a fama do "Tapa" lhe rendeu, além de reconhecimento, trabalho. "Agências que antes não queriam trabalhar com novos diretores, ao saberem que eu sou 'o cara que fez a pantera', me contratam imediatamente", falou.
O diretor do canal UKTV G2, Steve North, disse, em entrevista à BBC, que "agora é oficial, os virais realmente são o entretenimento do futuro". Para ele, a "combinação mágica de hilaridade e notoriedade significa que estes vídeos são repassados de caixa postal a caixa postal por todo o mundo".
Redação Terra
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Divulgação
Vídeo em que um urso e um pescador lutam por um salmão foi assistido 300 milhões de vezes
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