
Dois computadores modelo Valuestar fabricados pela NEC se incendiaram devido a um defeito em um componente próximo à tomada da corrente elétrica. Segundo fontes da empresa citadas pela agência Kyodo, a empresa teme que o mesmo aconteça com outros produtos da mesma linha.
Há dez dias, a empresa de telefonia celular NTT Docomo anunciou a retirada de mais de um milhão de baterias com risco de reaquecimento e explosão fabricadas para os seus aparelhos pela Sanyo GS Soft Energy.
O custo da retirada para a Sanyo será de 4 bilhões de ienes (US$ 33 milhões), segundo números do jornal econômico Nihon Keizai. Em agosto, a Sony, outro gigante do setor da eletrônica, retirou de circulação 5,9 milhões de baterias para computadores por risco de aquecimento.
Este ano, a Sony também sofreu atrasos na produção de alguns componentes importantes para o PlayStation 3 e teve que reduzir o número de unidades previstas para o lançamento, que, em alguns mercados, teve que ser adiado.
Analistas do setor atribuem a deterioração do prestígio do rótulo "made in Japan" à intensa concorrência de países rivais, como a Coréia do Sul, que obrigam as empresas japonesas a diminuírem o prazo para o desenvolvimento de novos componentes.
EFE
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