
"Com a criação de blogs na web, se pode aumentar a influência pessoal", afirmou Mao Xiaolin, fundador da Blshe, dirigida especialmente a intelectuais e figuras destacadas em diversos âmbitos da sociedade chinesa.
Além disso, para poder fazer uso desse servidor é preciso ser convidado ou indicado por um dos membros da comunidade.
Apesar das muitas limitações do servidor, seus fundadores asseguram que em só um mês de funcionamento já atraiu 2 mil usuários, principalmente acadêmicos, educadores e empresários.
As autoridades chinesas já sugeriram anteriormente a possibilidade de estender esta obrigatoriedade de identificação a todos os servidores do país, algo que foi muito criticado pela comunidade de internautas chineses - mais de 137 milhões -, mas que continua sendo estudada pelo regime comunista.
Na China, segundo mercado mundial da internet, há 20 milhões de blogs, embora se calcule que só 3,15 milhões são "ativos", atualizados com freqüência.
O Governo chinês é um dos que mais limitam o acesso à internet, dificultando o acesso à página da "BBC" e a outros milhares de sites.
EFE
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