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Tecnologia

 
 

Microsoft culpa pirataria por baixas vendas do Vista

23 de fevereiro de 2007 16h27

Camelô em São Paulo oferecia o Vista Ultimate Full por apenas R$ 15. Foto: EFE

Camelô em São Paulo oferecia o Vista Ultimate Full por apenas R$ 15
Foto: EFE

Segundo o site The Inquirer, o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, está culpando falsificadores de software pelas baixas vendas do Vista. Ele admitiu a analistas financeiros de Wall Street que as previsões para o programa demonstravam um grande otimismo.

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Apesar disso, de acordo com o site Redmond Channel Partner, o NPD Group informou que, em comparação ao XP no mesmo período, o Vista vendeu menos da metade de cópias, gerando um lucro 32% menor. A culpa pelos números inexpressivos, segundo Ballmer, seria atribuída à quantidade de produtos piratas comercializados em países como China, Índia, Rússia, Brasil e outros mercados emergentes.

O executivo declarou que uma solução viável seria aumentar a severidade do Windows Genuine Advantage (WGA) como parte dos esforços para pressionar um maior faturamento nestes países. O WGA é programa que acompanha o Windows, detecta cópias piratas e restringe certos serviços e atualizações apenas a usuários legais do software.

Ballmer acredita que o único caminho para a Microsoft incrementar as vendas do Windows é pressionar o mercado ilegal. "A redução da pirataria pode ser um recurso para um maior rendimento do Windows e penso que teremos alguns melhoramentos antipirataria este ano".

Ele afirma que o WGA seria uma boa opção para eliminar os produtos piratas e que a empresa vai tomar as medidas necessárias, em nome da satisfação do consumidor.

O site ARN divulgou dados do grupo antipirataria Business Software Alliance, que realizou um levantamento apontando que as falsificações somam 64% dos softwares vendidos no Brasil, 86% na China, 72% na Índia e 83% na Rússia. As estimativas são de 2005, últimos dados levantados.

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