As imagens do TSA foram ajustadas para parecerem desenhos
Foto: AP
O aeroporto internacional do Texas foi o primeiro dos Estados Unidos a testar o novo sistema de segurança: um raio X que vê através das roupas dos passageiros - o TSA (Transportation Security Administration). Os teste foram feitos nesta sexta-feira. As informações são da AP.
A imagem do contorno do corpo é projetada em uma tela, mas como houve críticas de que a nova tecnologia é muito invasiva, as imagens são "embaçadas" e se parecem com um desenho por um artifício do sistema.
A medida é testada para evitar que passageiros embarquem com explosivos ou armas nos aviões. Entretanto, o TSA somente será utilizado em casos específicos e se o passageiro quiser. Se o detector de metais falhar, o passageiro poderá optar pela revista tradicional ou passar pela nova máquina.
"O passageiro não precisa passar pelo raio X se não quiser", diz o porta-voz da TSA Nico Melendez.
Para a captura da imagem, o passageiro deve ficar em frente do raio X que tem o tamanho de um armário, com as palmas das mãos viradas para fora. Depois deve se virar para uma segunda leitura, que dura um minuto.
Mas um especialista disse que a alteração da imagem pela máquina é ineficiente e que a imagem real é invasão de privacidade.
"Quanto mais adulterada fica a imagem, o contrabando, as armas ou explosivos também ficam adulterados", diz Barry Steinhardt, diretor do projeto Tecnologia e Liberdade.
A máquina será testada por 90 dias no aeroporto internacional do Texas.
A imagem do contorno do corpo é projetada em uma tela, mas como houve críticas de que a nova tecnologia é muito invasiva, as imagens são "embaçadas" e se parecem com um desenho por um artifício do sistema.
A medida é testada para evitar que passageiros embarquem com explosivos ou armas nos aviões. Entretanto, o TSA somente será utilizado em casos específicos e se o passageiro quiser. Se o detector de metais falhar, o passageiro poderá optar pela revista tradicional ou passar pela nova máquina.
"O passageiro não precisa passar pelo raio X se não quiser", diz o porta-voz da TSA Nico Melendez.
Para a captura da imagem, o passageiro deve ficar em frente do raio X que tem o tamanho de um armário, com as palmas das mãos viradas para fora. Depois deve se virar para uma segunda leitura, que dura um minuto.
Mas um especialista disse que a alteração da imagem pela máquina é ineficiente e que a imagem real é invasão de privacidade.
"Quanto mais adulterada fica a imagem, o contrabando, as armas ou explosivos também ficam adulterados", diz Barry Steinhardt, diretor do projeto Tecnologia e Liberdade.
A máquina será testada por 90 dias no aeroporto internacional do Texas.
- Redação Terra


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