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De acordo com o site IT Pro, o principal motivo foi que muitos usuário falharam em dar os passos básicos para se proteger na internet, embora menos da metade se sinta inteiramente responsável por sua segurança enquanto online.
Para a pesquisa foram entrevistados 2,4 mil usuários, e quase 50% declararam não ter proteção contra spywares, enquanto 20% dizem ter respondido a mensagens de spam, enquanto 10% assumiram ter clicado num link recebido via mensagem não solicitada. "Precisamos que os usuários tomem na internet as mesmas precauções básicas que tomariam fazendo transações na rua, tais como não compartilhar seus detalhes bancários ou senhas", declarou o ministro Pat McFadden.
A situação fica ainda mais grave com a informação de que quase 25% dos usuários utilizam a mesma senha para a maioria dos sites, enquanto 5% usam a mesma password para todos os sites e serviços.
Tony Neate, diretor do Get Safe Online, acredita que os usuários precisam se esforçar mais para prevenir este tipo de fraude, protegendo melhor seus dados, embora pouco menos da metade se julgue responsável por sua segurança online, enquanto um a cada seis usuários diz que a proteção de seus detalhes bancários deveriam ficar a cargo dos bancos e outros 13% afirmando que os provedores devem carregar este fardo.
Segundo o site Earth Times, só na Inglaterra, cerca de 3,5 milhões de pessoas sofreram com fraudes online nos últimos 12 meses. Uma das sugestões dadas por três quartos dos usuários é de que informações de segurança online devem ser passadas na escola para as crianças.
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