De acordo com o site Ars Technica, a idéia pode ter sido inspirada nas ações da RIAA, que identificou e processou alunos de diversas instituições de ensino americanas, que utilizavam as redes privilegiadas de universidades para baixar músicas.
Dan Glickman, chefe da MPAA, declarou recentemente a intenção de sua organização de trabalhar com os administradores destas instituições para dar um fim neste foco de pirataria que, sozinho, custa à indústria cinematográfica aproximadamente US$ 500 milhões ao ano.
Na lista consta a Universidade da Columbia na primeira posição, com 1.198 pirateadores, seguida pela Universidade da Pensilvânia, com 934, Universidade de Boston, com 891, Universidade da Califórnia em Los Angeles, com 889; e Universidade Purdue, com 873.
O ranking se estende por 25 posições, terminando com a Universidade da Califórnia em Berkley, com 398 piratas. Algumas das faculdades figuraram não apenas na lista da MPAA, mas também na lista da RIAA, como é o caso da Universidade de Ohio (1º lugar na RIAA / 18º na MPAA), Universidade Purdue (2º / 5º), Universidade de Nebraska em Lincoln (3º / 13º), UMASS (6º / 9º), totalizando dez universidades com dupla incidência.
A Universidade Purdue, que figura em alta colocação em ambas as listas, recebeu as críticas do democrata californiano Howard L. Berman, que disse que a instituição pouco tem feito para evitar a pirataria no campus. Ao mesmo tempo, Berman parabenizou a Universidade da Califórnia de Los Angeles pelo uso de um programa que automaticamente desconectam estudantes de redes P2P de download de MP3, conforme noticiou o site Chronicle.
Ainda não se sabe qual será a ação a ser tomada pela MPAA, mas historicamente a organização é menos ferrenha em suas imposições comparada à RIAA.
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