
Felipe Munhoz
Direto de São Paulo
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Os reforços da Seleção Brasileira foram trazidos do exterior por cerca de mil dólares. Mas, foi no Brasil que os dois ganharam um novo processador e uma câmera instalada na cabeça, que os deixaram mais habilidosos. Depois da experiência no país do futebol, o valor do passe deles subiu para cerca de dois mil dólares.
Robomário e Robogério Ceni são dois robôs humanoids de 33 centímetros de altura. Os pequenos craques encantam públicos de qualquer idade, já que além de conseguirem chutar a bola, fazem aquecimento, alongamento, batem palmas e jogam beijo para a torcida.
Ao contrário da seleção brasileira de futebol, a seleção de robótica não coleciona muitos títulos. Este ano, a equipe fará a sua quarta participação em mundiais ¿ competiram em 1998, 2003 e 2006 -, disputará, pela primeira vez, em nove categorias. No entanto, os alunos e professores que comandam os robôs correm o risco de ficar de fora do mundial. "Os robôs foram pagos pelas universidades. Anda não temos patrocinadores para pagar a nossa viagem", ressalta o técnico da seleção, Jackson Matsuura.
Redação Terra
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Felipe Munhoz/Terra
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