
Atualizada às 21h33 Felipe Munhoz
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Os robôs são controlados, via rádio, por joysticks fixados à mesa, que também conta com botões de chute, turbo e drible. Os robôs jogadores recebem energia da própria mesa, a qual possui faixas, ao longo do terreno de jogo, alternando carga positiva e negativa. Cada robô possui quatro pontos metálicos, embaixo do corpo, com um formato geométrico que o permita receber as duas cargas e o faz se mover.
"Fizemos diversas pesquisas e não encontramos nada igual no mundo. A idéia é permitir que o jovem tenha mais contato com a área da robótica", destacou o gerente de desenvolvimento do projeto, Antonio Valério Netto. "Fizemos três meses de testes em São Carlos e, no próximo semestre, vamos levar o Robogol para feiras de todo o país", completou.
Na partida, os jogadores têm quatro minutos para fazer o maior número de gols possível. A disputa pode ser em dupla ou individual. A produção do Robogol foi financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.
Redação Terra
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Felipe Minhoz/Terra
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