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Sábado, 14 de abril de 2007, 21h00 Atualizada às 21h33

Feira de Robótica apresenta pebolim moderno

Felipe Munhoz
Direto de São Paulo

"O futebol é a paixão nacional". A frase é repetida em excesso por comentaristas esportivos, mas não se pode negar que investir na relação Brasil - futebol é um bom negócio. Com este mesmo pensamento, a empresa Xbot, de São Carlos, São Paulo, desenvolveu o Robogol, uma espécie de pebolim de robôs. Na verdade, a mesa é maior e a bola é de golf, mas a grande diferença está nos jogadores: os robôs.

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Os robôs são controlados, via rádio, por joysticks fixados à mesa, que também conta com botões de chute, turbo e drible. Os robôs jogadores recebem energia da própria mesa, a qual possui faixas, ao longo do terreno de jogo, alternando carga positiva e negativa. Cada robô possui quatro pontos metálicos, embaixo do corpo, com um formato geométrico que o permita receber as duas cargas e o faz se mover.

"Fizemos diversas pesquisas e não encontramos nada igual no mundo. A idéia é permitir que o jovem tenha mais contato com a área da robótica", destacou o gerente de desenvolvimento do projeto, Antonio Valério Netto. "Fizemos três meses de testes em São Carlos e, no próximo semestre, vamos levar o Robogol para feiras de todo o país", completou.

Na partida, os jogadores têm quatro minutos para fazer o maior número de gols possível. A disputa pode ser em dupla ou individual. A produção do Robogol foi financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

Redação Terra

Felipe Minhoz/Terra
Robôs são contolados via rádio
Robôs são contolados via rádio

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