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"Não é possível capturar, matar ou encarcerar idéias", disse o tentente coronel Joseph Felter, diretor do Centro de Combate ao Terrorismo na academia militar em West Point, em um pronunciamento no senado dos Estados Unidos, na última quinta-feira. "Mas nós podemos fazer um trabalho melhor ao entender como a Internet facilita estes processos e então poderemos monitorar e frustrar aqueles que se juntam ao movimento jihad", completou.
Frank Cilluffo, diretor de segurança da Universidade George Washington, disse que a Internet criou um "grande mundo sem fronteiras". "Salas de bate-papo na Internet estão suplementando mesquitas, centros comunitários e cafés como pontos de recrutamento e radicalização de grupos terroristas, como a Al-Qaeda", ele disse.
Para combater isso, Cilluffo apontou táticas para invadir as comunidades online e utilizar sua própria natureza como vantagem para os Estados Unidos. "É possível que um oficial de inteligência se passe por um simpatizante e se infiltre em uma comunidade extremista, por exemplo", disse o diretor.
"Confusão, dúvida e falta de confiança também podem ser plantadas para destruir os laços entre os indivíduos extremistas e impedí-los de se transformarem em um grupo coeso e perigoso." Melhorar o entendimento do processo de radicalização também é uma tática considerada, acrescentou.
AFP
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