Atualizada às 10h23 » MPAA identifica universidades com mais pirataria
De acordo com o site Ars Technica, a universidade citou o alto custo envolvido na atenção às reclamações de órgãos que zelam pelos direitos autorais.
A administração da instituição diz que precisa de praticamente três funcionários em tempo integral para lidar com as reclamações, o que foi tido como "um gasto irresponsável de recursos da faculdade".
Por isto, agora a universidade multará os infratores. Ao receber a primeira reclamação, um departamento de segurança da entidade entrará em contato com o estudante, enviando-lhe uma cópia do documento para que ele remova o conteúdo ilegal. Caso este não seja removido em 48 horas, o estudante será desconectado da rede e, para retornar, precisará pagar US$ 100.
Reincidências elevarão a multa para US$ 500 e, na terceira vez, o usuário será banido da rede, sendo que para retornar precisará indenizar a universidade contra qualquer acusação de violação de copyright e pagar uma multa de US$ 1.000 para que uma nova conta seja criada, além de ser enviado para um departamento judicial onde será disciplinado.
Enquanto a Universidade de Stanford toma estas medidas, a faculdade de Ohio resolveu banir aplicativos P2P na rede de seu campus, o que teve como efeito negativo a criação de redes P2P privadas conhecidas como darknets que, por serem restritas, mantêm órgãos competentes de fora.
Em abril a MPAA, órgão que cuida dos interesses da indústria cinematográfica, seguiu os modelos da RIAA e divulgou uma lista das 25 faculdades com maior número de estudantes envolvidos em pirataria.
A atitude foi suficiente para que o congresso americano se interessasse em saber o que as universidades estão fazendo quanto à pirataria, o que pode render uma nova lei para garantir que tal prática "não seja mais comumente associada à vida estudantil em faculdades americanas".
Magnet
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