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O assunto já havia sido abordado em vários veículos de imprensa. A agência de notícias CNet News.com publicou algo parecido há três anos. O artigo de Haselton, entretanto, dá detalhes nunca antes revelados para o grande público. O especialista afirma que não publicou as informações antes para informar com antecedência as controladoras de cartão sobre o problema para que tivessem tempo de alguma atitude a respeito. Como resposta recebeu, apenas, declarações do tipo "não vamos comentar o assunto".
Agora, três anos depois, resolveu escrever a respeito. "As companhias de cartão de crédito aparentemente já sabem da existência dessas técnicas há muitos anos. Em vez de consertar, preferiram varrer a sujeira para debaixo do tapete", diz Haselton.
Várias das técnicas podem ser executadas mesmo por garotos em suas casas, no computador dos pais. Uma das mais simples, por exemplo, implica pegar os oito primeiros dígitos de um cartão de crédito válido e procurar essa seqüência em sites de busca. Em alguns casos, até os nomes e telefones dos proprietários de cartões, mesmo com numeração diferente, são listados.
Em seu artigo, o especialista dá, inclusive, a receita para que as empresas consertem as falhas. Para ler o artigo (em inglês), acesse o atalho dtmurl.com/ajc.
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