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Sábado, 26 de maio de 2007, 15h02 Atualizada às 15h30

Aluno suspenso por publicar vídeo processa escola

Um estudante norte-americano, considerado brilhante, processou sua escola secundária depois de ter sido suspenso por 40 dias. A suspensão foi em represália a um vídeo satírico sobre uma professora, publicado pelo aluno no YouTube.

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De acordo com o jornal Seattle Post-Intelligencer, o vídeo mostra a senhora Joyce Mong, uma professora de inglês, em seu dia-a-dia. Os hábitos de higiene, organização e a didática da professora são enfatizados e, segundo Gregory Requa, o aluno cineasta, são os piores possíveis. Requa foi suspenso por 40 dias depois que a diretoria do colégio tomou conhecimento do vídeo. Agora, ele pede na justiça o relaxamento da suspensão alegando ter direito à liberdade de expressão garantido pela Primeira Emenda da constituição norte-americana.

A escola, entretanto, se defende. "O aluno não foi suspenso por criticar a professora em público", diz Charles Lind, advogado da instituição. "Em vez disso, ele foi punido por atrapalhar a aula e distrair a atenção dos colegas com danças e gestos desrespeitosos para com a mestra".

A filmagem ocorreu com uma câmera escondida e sem autorização. Apesar de todas as implicações estudantis e da suposta validade dos argumentos da escola e do aluno, qualquer veredicto neste caso pode ter conseqüências inesperadas no tocante às leis de liberdade de expressão online.

O caso também foi publicado no site da rede de televisão NorthWest Cable News, de Seattle. O vídeo pode ser assistido pelo atalho dtmurl.com/aja.

Magnet

Reprodução
A professora Joyce Mong tem seus hábitos ridicularizados no vídeo, que foi exibido até por uma cadeia de TV
A professora Joyce Mong tem seus hábitos ridicularizados no vídeo, que foi exibido até por uma cadeia de TV

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