Atualizada às 09h30
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Segundo o site LinuxDevices, o sistema usa uma máquina virtual Linux, que contém o núcleo e os subsistemas deste sistema operacional, além de um "tradutor" para o ambiente do Windows ou do Mac. A máquina virtual chama-se LINA, e há uma versão diferente para cada plataforma, que deve ser instalada pelo usuário antes de rodar os aplicativos do Linux. Quando executado dentro da Máquina Virtual LINA, um programa do Linux terá a aparência do sistema operacional hospedeiro. O AmaroK, um reprodutor de mídia famoso no mundo Linux, terá a aparência do Windows Vista se executado no sistema operacional da Microsoft.
A empresa que desenvolve o LINA, a dLoo Inc., espera que sua máquina virtual ajude a aumentar a oferta de programas comerciais que rodem em qualquer plataforma. Os produtores de software proprietário como a Adobe, por exemplo, poderiam escrever a próxima versão do Photoshop diretamente no Linux e depois usar o LINA para executá-lo no Windows e no Mac OS X. A idéia não é nova: o Java é baseado na mesma teoria de máquinas virtuais. A grande diferença é que, no caso do Java, os aplicativos são desenvolvido para uma máquina virtual Java. É preciso instalar a máquina virtual Java na plataforma desejada antes de rodar um aplicativo em Java. No caso do LINA, os aplicativos já rodam nativamente no Linux e só precisam da máquina virtual se forem usados no Windows ou no Mac OS.
A imprensa de tecnologia está bastante empolgada com as possibilidades do LINA. Por permitir de forma fácil escrever programas multiplataforma, foi chamado de "o santo graal do desenvolvimento de software" pelo site eWeek. A revista Wired, por exemplo, compara o produto a "O Anel", da obra O Senhor dos Anéis.
Magnet
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