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Segundo o site ecológico Tree Huggers, a nova célula de energia usa um óxido sólido parecido com a cerâmica. A célula é mais eficiente que os geradores de energia comuns, movimentados por um motor a explosão semelhante ao dos automóveis. Além de liberar na atmosfera uma quantidade menor de gás carbônico, a nova célula também permite o uso de uma infinidade de combustíveis, indo do hidrogênio até o bio-diesel.
A tecnologia do hidrogênio como combustível ainda é um sonho distante. O hidrogênio produz na sua queima apenas água pura e, portanto, não polui o planeta. A nova célula de energia pode usar hidrogênio, mas mesmo quando este não esteja disponível é possível usar outros combustíveis carbônicos, como o gás natural, o bio-gás, a gasolina, o álcool em suas diversas formas e até o bio-diesel. Embora a célula libere CO2 ao usar esses combustíveis, o faz em menor quantidade do que um gerador comum de eletricidade. Segundo o site EcoGeek, a nova célula queima a metade do carbono que um gerador tradicional queimaria para gerar a mesma quantidade de energia.
A produtora da nova célula de energia, a Acumentrics (www.acumentrics.com), pretende desenvolver produtos baseados nessa tecnologia para levar energia elétrica até locais desconectados da rede de distribuição dos EUA - como os parques nacionais, por exemplo. Outro uso seria para alimentar de forma eficiente e silenciosa acampamentos e bases militares durante operações de guerra. A empresa promete ainda um produto menor, para gerar eletricidade e calor de forma barata para residências.
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