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O material também pode ser utilizado para o resfriamento de microprocessadores e circuitos eletrônicos, além de abrir as portas para novos tipos de revestimentos de plástico.
O primeiro material regenerativo foi apresentado pela UIUC há seis anos, e diversas outras versões, que reagiam com calor ou pressão, surgiram posteriormente. Mas este é o primeiro que se regenera sem a intervenção externa, diz Nancy Sottos, engenheira e uma das pesquisadoras do projeto.
"É essencialmente como dar vida ao plástico", diz Chris Bielawski, professor de química da Universidade do Texas em Austin. "O objetivo final é fazer materiais que se remendem e isto é uma tremenda prova de que isso é possível", diz.
O novo material foi criado para funcionar como a pele humana. Se a pele de fora está cortada, a camada interna envia nutrientes para curar a parte ferida. O material regenerativo consiste de uma camada de polímero epóxi depositada em um substrato, que contém uma rede de microcanais em rede, como se fossem vasos sanguíneos.
Para testar o material, os pesquisadores dobraram e racharam um revestimento de polímero. O grupo conseguiu rachar e regenerar a superfície sete vezes até o catalisador acabar. Os cientistas esperam criar uma nova versão capaz de se curar muito mais vezes.
Redação Terra
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Divulgação
Polímero funciona como a pele humana, com camadas e vasos sanguíneos
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