» Pesquisadores criam sistema para acelerar P2P
» Downloads de música avançam mesmo com processos
» Avó francesa é multada por baixar 3 mil canções
» Cinco fatos sobre download de músicas
» Fórum: opine sobre o assunto
Segundo o site Ars Technica, o IFPI traz importantes questões à tona, embora o documento possa parecer tendencioso. Muitos dos argumentos dos defensores do compartilhamento de arquivos são questionados, embora alguns (como o do terrorismo) causem estranheza ou indignação. A lista com as dez "verdades" é a que segue:
1. O site Pirate Bay, apesar de seu discurso pregando o direito à "música livre", ganha dinheiro com anúncios.
2. O site russo AllOffMP3.com está sendo processado em seu país por não pagar os direitos das músicas que distribui.
3. Facções criminosas e mesmo terroristas usam os lucros obtidos com CDs e DVDs piratas para aumentar sua receita e lavar dinheiro sujo.
4. Os usuários de computador que compartilham arquivos não se importam se a mídia que distribuem, incorrendo em infração de copyright, vem de uma grande gravadora ou de um selo independente.
5. Os prejuízos provocados pela pirataria impedem as gravadoras de investirem em artistas de maior gabarito e as obrigam a apoiar apenas os ultrapopulares, normalmente de baixa qualidade artística.
6. Os provedores de banda larga freqüentemente anunciam, dentre as vantagens de seus serviços, o download de músicas, o que os torna cúmplices do roubo de propriedade intelectual em larga escala.
7. O movimento anti-copyright não cria empregos, não fomenta a exportação, não recolhe impostos nem colabora com o crescimento dos países. Em vez disso, esse movimento consiste de pessoas fazendo declarações sobre um mercado do qual eles conhecem muito pouco.
8. A pirataria não é causada pela pobreza. O professor Zhang, da Universidade de Nanjing, na China, descobriu em suas pesquisas que os cidadãos chineses que compram produtos pirateados em sua maioria pertencem às classes mais altas.
9. A maioria das pessoas sabe que é errado compartilhar material protegido por direitos autorais, mas não vai parar de fazê-lo até que as autoridades as punam, segundo uma pesquisa do grupo australiano antipirataria MIPI.
10. As redes de P2P não são usadas para descobrir novos talentos na música. O que costuma ser compartilhado são obras consagradas de artistas populares.
O documento do IFPI, com sua análise ponto a ponto, pode ser lido no site Ars Technica pelo atalho dtmurl.com/asa.
Magnet
05h49 » Hacker teria invadido sistema do governo e exigido US$ 350 mil
20h03 » Estudo afirma que tecnologia não leva ao isolamento social
16h19 » Tribunal determina retirada de música dos Beatles de site