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Em entrevista ao site The Register, Sharan teria dito que a Europa está sendo ingênua com seu amor à privacidade, e que justamente este seria o elo fraco da corrente.
Para ele, os terroristas estão cada vez mais bem instruídos, e os avanços tecnológicos poderiam cair em mãos erradas, ou se proliferarem graças às forças da globalização. Com a miniaturização e a popularização de equipamentos tecnológicos seria então inevitável que tecnologias perigosas caíssem em mãos erradas.
"Imagine que um homem-bomba seja controlado remotamente e não possa desistir, mesmo se ele quiser", alertou Sharan, para o que ele julga que ainda demorará mais de dez anos para acontecer. Num futuro mais próximo, o diretor acredita que terroristas utilizarão robôs para carregar explosivos e entrar mais facilmente em locais onde haja multidões.
Entre as outras previsões de Sharan está o uso possível da nanotecnologia para inserção de nanorrobôs na corrente sangüínea, ou ainda armas biológicas auxiliadas pela biotecnologia, que permitiria a criação de armas ainda mais poderosas que o antraz.
O perigoso alerta, que mais parece saído de um filme de ficção científica, ainda aborda a construção da "Mãe de Todas as Bombas". O termo não é novo e foi utilizado para apelidar um projeto tecnológico de arma não-nuclear criada para uso da aeronáutica americana, mas que agora pode passar a indicar uma bomba cluster baseada em nanotecnologia.
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