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O aparelho, que desafia as convenções do setor de telefonia móvel, combina celular, browser de Internet e player de mídia, e aprofunda a transformação de Apple, de fabricante de computadores cheios de estilo mas presos a um nicho de mercado a uma potência no setor de bens de consumo eletrônicos, já conhecida por seu player de música e vídeo iPod.
Steve Jobs, conhecido por sua capacidade quase mágica de marketing, aparentemente convenceu milhares de pessoas de que o Apple iPhone não é um celular comum. Mas mesmo as pessoas já acostumadas aos bem orquestrados lançamentos de produtos que o líder da Apple comanda estão espantadas diante do frisson de antecipação que ele conseguiu gerar desta vez. Em Nova York, Pasadena, Denver, Santa Mônica, Walnut Creek, Seattle, San Francisco e outras cidades, as pessoas nas filas em frente às lojas já são milhares, inclusive sob chuva em alguns locais.
Os clientes estão há dias acampados diante das lojas Apple, os grandes jornais vêm ocupando suas primeiras páginas com artigos sobre o iPhone, e qualquer migalha de informação merece divulgação em uma galáxia de blogs de entusiastas por tecnologia.
De acordo com uma estimativa, publicado pelo jornal The New York Times, dois terços da população dos Estados Unidos parecem saber da existência do aparelho, que combina um celular a um iPod e tem acesso à Internet. A tela de 3,5 polegadas sensível ao toque é uma das grandes atrações do iPhone, que custa US$ 499 (versão de 4 GB) e US$ 599 (8 GB) nos Estados Unidos. Não há informação sobre lançamento do aparelho no Brasil, por enquanto.
com agências internacionais
Redação Terra
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AP
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