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Sean McCarthy, presidente da Steorn, diz que a invenção vai mudar o rumo da história. "A lei da conservação da energia tem sido seguida por 300 anos, entretanto, falta uma variável na equação, que é o tempo", declarou McCarthy ao site.
De acordo com a explicação de McCarthy, a tecnologia criada pela empresa funciona com o preceito de que eventos em campo magnético não acontecem instantaneamente e portanto não são sujeitos ao tempo da mesma forma que a gravidade é, por exemplo.
Esta variação no tempo permite que o Orbo gere constantemente força, contrariando a lei da conservação de energia que diz que energia não pode ser criada ou destruída. "Esta é uma das maiores afirmações que se pode fazer no mundo da tecnologia e ciência", diz McCarthy.
"Se eu estivesse vendo esta história a distância há cinco anos, diria que é uma bobagem completa. E afirmo que não temos dúvida alguma que isto funciona", completou.
Desde o ano passado, quando a empresa anunciou publicamente a invenção do Orbo, seus cientistas têm testado rigorosamente o aparelho. Muitos não acreditam na veracidade do invento, que será analisado por 22 cientistas - todos escolhidos pela Steorn, o que gera muita suspeita.
A partir deste dia 4 de julho, o Orbo estará em exposição em Londres e ficará por 10 dias funcionando sem parar. O aparelho é coberto por um plástico transparente, permitindo que qualquer um possa inspecioná-lo para verificar que não há uma bateria escondida.
Quatro webcams mostram o aparelho a partir das 19h, horário de Brasília, no endereço www.steorn.com/orbo/demo.
Redação Terra
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Divulgação
Aparelho utilizaria campos magnéticos para se mover
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