
O país sofreu ataques em websites públicos e privados em abril e maio, após a remoção do monumento ao Exército Vermelho da praça de Tallinn, capital da Estônia. A retirada da peça levou a duas noites de protestos violentos por parte de integrantes da etnia russa.
"A medida (de traçar um estratégia de defesa cibernética) é um passo intermediário entre o que já aconteceu e um plano para os próximos anos", disse o ministro da Economia e dos Transportes, Juhan Parts, em um comunicado.
O ministério disse que, embora os ataques não tenham paralisado a vida cotidiana, eles levantaram a questão de que outras áreas podem ser atacadas, e representam um risco à segurança.
As novas medidas teriam como objetivo proteger dados e aumentar a segurança de informações, assim como se certificar de que há armas legais para combater esse tido de crime.
No âmbito internacional, a Estônia disse que iria, como outros países, assinar uma convenção contra crimes cibernéticos.
(Por David Mardiste)
Reuters
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