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Quarta, 18 de julho de 2007, 12h04 
Empresas estão deixando de anunciar no Second Life
 
Divulgação
Baixo número real de habitantes no mundo virtual teria desagrado às empresas
Baixo número "real" de habitantes no mundo virtual teria desagrado às empresas
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O jornal The LA Times publicou um artigo mostrando porque as agências de propaganda estão retirando do mundo virtual Second Life os pontos de presença de seus clientes, sejam eles meros outdoors ou lojas completas. Segundo o jornal, o motivo principal é o falso número de "cidadãos" que entram online simultaneamente.

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» Second Life ganha primeiro museu universitário O site do Second Life (secondlife.com) afirma haver "mais de oito milhões de residentes" no mundo virtual, mas esse número é extremamente exagerado. Pelo apurado pelo LA Times, o número máximo de avatares "vivendo" ao mesmo tempo é de apenas 40 mil. Além da "baixa população", esses usuários são, em sua maioria, desinteressados no marketing online e até ativamente hostis a ele. Recentemente, um grupo de avatares atacou as lojas da Reebok e da American Apparel.

Os visitantes do Second Life não estão interessados em comprar produtos da vida real, como lençóis de cama ou televisores. Talvez por isso a Nissan, fabricante de automóveis, transformou sua loja de carros no Second Life em uma espécie de parque de diversões automotivo, no qual os visitantes podem experimentar veículos impossíveis de se fabricar na vida real.

O site de estudos sobre marketing, MarketingSudies.net, recentemente publicou uma série de artigos sobre o assunto e concluiu que "o marketing no Second Life é um desastre esperando para acontecer". Espera-se que o Second Life 2 seja mais amigável às empresas que queiram ganhar dinheiro no mundo virtual.
 

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