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O fato é que ao se cadastrar no Second Life, um novo residente pode escolher seu avatar, ou seja, qual forma irá tomar, seja humana ou ainda de um animal, conforme noticiou o site Tech Crunch. Com a existência de áreas adultas no site, específicas para sexo virtual, pode-se imaginar o resultado.
A questão foi colocada em debate pelos residentes, que se perguntam se seria bestialidade alguém ter relações virtuais com uma pessoa se passando por animal.
O Tech.Blorge cita o site "Second Life Herald", que publicou um artigo que afirma que, mesmo de maneira virtual, alguns animais são retratados de forma bastante realista, e que em alguns recantos virtuais obscuros há lugares que "agenciam" relações com esses bichos.
Alguns usuários já comentaram que por ser virtual, e não real, não haveria problemas, cabendo aos que se sentirem ofendidos sair do espaço. Outros afirmam que é melhor ver pessoas fazendo isto com animais virtuais que com animais reais.
Uma questão interessante foi levantada por um dos usuários: "Eu mato animais em World of Warcraft, isto é assassinato?", mostrando que acha bobagem qualquer esforço para impedir a "bestialidade virtual".
O site Tech.Blorge afirma ainda que qualquer jogo de computador que mostrasse bestialidade seria banido pela maior parte dos governos do mundo por não estar de acordo com as leis, e diz não saber se o Second Life deveria ser tratado diferente.
O debate foi aberto há alguns dias, entretanto seus rumos são incertos até o momento.
Magnet
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Reprodução
Em Second Life, muitos avatares têm características de animais
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