
Atualizada às 10h17
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"Nós esperávamos que um dia possamos implantar esse equipamento permanentemente no córtex humano", diz Mark Schieber, neurocientista da Universidade de Rochester, em Nova York, que é parte do projeto. Entretanto, pesquisadores sabem que uma versão prática da interface neural ainda está distante.
A maioria das mãos prostéticas disponíveis estão limitadas a um movimento de abrir e fechar. Uma versão muito melhorada, que entrou no mercado na última semana, utiliza contrações musculares no braço para controlar individualmente os dedos. Apesar de ser excelente para quem perdeu a mão, traduzir a intenção de se mover para uma contração muscular exige esforço consciente. A longo prazo cientistas gostariam de desenvolver uma prótese que é controlada pelo pensamento direto.
Até agora, cientistas conseguiram fazer interfaces neurais que permitem macacos - pacientes paralisados em alguns casos experimentais - a usar o cérebro para esticar e segurar com um braço robótico. "Com o desenvolvimento da mão prostética extremamente hábil, temos uma motivação para tentar controlar dedos individualmente", diz Thakor.
Para fazer a interface neural, pesquisadores gravar atividade cerebral de macacos enquanto eles moviam os dedos em formas diferentes. Os cientistas então criar algoritmos para decodificar esses sinais enviados pelo cérebro, identificando cada padrão específico.
Depois que o sistema de decodificação foi conectado à mão robótica, a máquina se moveu como previsto em 95% dos casos.
Redação Terra
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Divulgação
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