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Por US$ 10 ao mês, o ReputationDefender.com, por exemplo, realiza buscas com o nome do cliente em inúmeros sites, incluindo os de acesso restrito, e fornece um relatório sobre o que encontra.
Pagando um pouco mais, por US$ 30, a companhia elimina as referência desfavoráveis ao cliente, assegurando que todos os links relacionados a elas não apareçam durante uma busca online.
Especialistas em recrutamento aconselham profissionais à procura de emprego a fazerem uma busca por seus nomes no Google, a fim de determinar se ela revelaria um post de blog defendendo a legalização da maconha ou fotos mostrando uma noitada regada a álcool com os amigos.
"A Internet acrescenta uma nova dimensão ao processo de encontrar emprego. Ela ocasionalmente pode ajudar, mas também pode ser fonte de problemas", observou Jennifer Sullivan, porta-voz do site de emprego Careerbuilder.com.
Diversas pesquisas indicam que os empregadores estão usando buscas na Internet para verificar potenciais candidatos, especialmente agora que alguns dos primeiros internautas viraram patrões.
Um estudo realizado entre 1.150 mil gerentes de seleção conduzido pelo Careerbuilder.com descobriu que 26% deles usaram ferramentas de busca como o Google em seu processo de contratação. Além disso, 12% declararam ter contado com sites de redes sociais como o Facebook para o processo.

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