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O telefone delator era de propriedade do município e suas capacidades GPS teriam sido ativadas após a folha de ponto de Halpin levantar suspeitas. O caso levanta preocupações, pois abre precedentes para a quebra de privacidade: o supervisor não teria sido informado que o recurso de rastreamento poderia ser ligado.
Ao contrário de muitos outros colegas, que se recusam a aceitar o telefone da prefeitura, Halpin teria aceitado a oferta por gostar das funções de seu aparelho. O acusado questionou a credibilidade dos dados, mesmo que estes também mostrem que em diversas ocasiões ele tenha começado a trabalhar horas antes do previsto.
A juíza Tynia Richard, que recomendou a demissão de John Halpin, afirmou que o funcionário não precisaria ter sido alertado da possibilidade de rastreamento, já que o departamento de educação não deve notificar qualquer método possível para avaliar a conduta de seus empregados. Halpin foi afastado e aguarda para saber se a recomendação da juíza será seguida ou não. O caso foi noticiado nos sites New York Post e TG Daily.
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