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Após buscar e obter informações confidenciais dos usuários através de softwares de compartilhamento de arquivos, Kopiloff então acessava as contas das vítimas online, além de solicitar cartões de crédito em nome delas. Em seguida, realizava as compras pela Internet, tendo preferência por itens eletrônicos, como um iPod de 80 GB e um disco rígido de 2 TB, que chegou a ser revendido pelo criminoso em nova transação eletrônica.
Mas, segundo as autoridades federais, o esquema não era totalmente baseado em P2P, já que foi comprovado que Kopiloff também buscava esse tipo de dados vasculhando o lixo de algumas das vítimas.
Durante um período de duas semanas, uma empresa de monitoramento P2P contabilizou 56 mil buscas por arquivos com "cartão de crédito" no nome, 75 mil especificamente por bandeiras de cartão de crédito, 50 mil por impostos e mais de 317 mil pedidos por arquivos que tivessem "pin" ou "user id" no nome, informou o The Inquirer.
O réu foi acusado de fraude via email e acesso a um computador protegido, além de duas acusações de roubo de identidade com agravantes, divulgou o site SC Magazine.
O site Computer World relembrou o caso ocorrido em julho de 2007, em que um comitê americano de auditoria governamental ouviu diversas testemunhas, incluindo o general reformado Wesley Clark, sobre o fato de as mais variadas informações, desde documentos militares secretos até dados corporativos, estarem flutuando quase livremente em redes de compartilhamento de arquivos.
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