
Atualizada às 11h48
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O robô, que tem 45 cm de altura, custou US$ 4,3 mil (equivalente a pouco mais de R$ 8 mil) é menos popular do que bichos de pelúcia. O Japão, que esperava ter nos robôs uma grande ajuda para a metade do século, quando cerca de 40% da população será de idosos, enfrenta o desinteresse destas pessoas pelas máquinas de comunicação.
"A maioria do idosos não está interessada em robôs. Eles os vêem como máquinas complicadas e pouco práticas, pois o que desejam é poder andar por suas casas, tomar banho, ir ao banheiro. Essas são suas preocupações", diz Ruth Campbell, assistente social geriátrica da Universidade de Tóquio.
Os fabricantes japoneses têm aprendido pelo jeito mais difícil que os idosos desejam produtos para o dia a dia adaptados às suas necessidades especiais - fácil de ler para quem tem vista cansada, botões grandes para pessoas que sofrem de tremores e bom áudio para quem tem dificuldades de audição.
Redação Terra
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Reuters
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