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De acordo com o diretor do projeto, Brent E. Blaschke, a idéia é atingir quem não tem uma opinião política definida ou radical. Ele acredita que a maioria silenciosa dos muçulmanos que talvez simpatize com a Al-Qaeda ainda esteja aberta para receber informações sobre as políticas de governo dos Estados Unidos e os valores americanos. A equipe concentra sua atenção em sites e salas de chat de grande tráfego na comunidade muçulmana e que discutam a política americana, como BBC, Al-Jazira e Elaph.com, evitando sites radicais. Sempre se identificando como funcionários do Departamento de Estado americano, os blogueiros até agora só foram banidos do fórum islâmico da Fallujah.
Cada resposta é desenvolvida cuidadosamente em inglês pela equipe e então traduzida para o idioma árabe. "Tentamos pensar como quem recebe a mensagem. Liberdade para um árabe não tem necessariamente o mesmo sentido que para um americano. Honra, sim. Então dizemos que o terrorismo ofende a honra, o que repercute melhor", explicou Duncan MacInnes, diretor do Centro de Comunicação Anti-Terrorista, órgão ao qual é ligado o Digital Outreach Team.
Em documento de maio desse ano, o Departamento de Estado dos EUA informa o aumento da presença oficial americana em fóruns de discussão e chats, entre outras atividades na Internet consideradas fundamentais para as estratégias do país, além de revelar a exploração da aplicabilidade da missão em novas tecnologias como o mundo virtual Second Life.
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