
Atualizada às 13h43
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A BYD, que originariamente fabricava baterias para telefones celulares, usa em seus veículos baterias de ferro em lugar de lítio, para reduzir assim os custos, o que impedia que a empresa vendesse seus carros em mercados estrangeiros. "As baterias de ferro demonstraram ter um maior rendimento em segurança e uma maior capacidade", explicou a companhia em comunicado.
Um primeiro modelo híbrido, alimentado a partir de gasolina e eletricidade e fruto de quatro anos de pesquisa, será lançado no mercado chinês na segunda metade de 2008, segundo os planos da firma.
A BYD+, que entrou na indústria automobilística como fabricante em 2005, espera comercializar 100 mil veículos este ano, o que representaria um aumento de 67% em suas vendas.
O governo chinês está encorajando os fabricantes de automóveis locais a trabalhar no desenvolvimento de veículos que utilizem energias alternativas ou que apliquem tecnologias híbridas. Algumas empresas chinesas mostraram protótipos de baterias elétricas que se recarregam 70% em 10 minutos.
A Corporação Industrial do Automóvel de Xangai, o maior fabricante chinês, está trabalhando em veículos alimentados com eletricidade gerada a partir de hidrogênio, que podem chegar a 120 km/h, veículos que espera produzir 50 mil unidades deste tipo por volta de 2010.
EFE
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