inclusão de arquivo javascript

Tecnologia

 
 

Equipes participam de Competição de Robótica

09 de outubro de 2007 19h10 atualizado em 14 de outubro de 2007 às 16h22

Um total de 45 equipes de todo o Brasil participaram do evento. Foto: Fabrício Escandiuzzi/Especial para Terra

Um total de 45 equipes de todo o Brasil participaram do evento
Foto: Fabrício Escandiuzzi/Especial para Terra

No total, 45 equipes de várias regiões do país estão em Florianópolis participando da Competição Brasileira de Robótica. A disputa acontece no campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e vale uma vaga na seleção brasileira de robótica, que representará o Brasil na RoboCup 2008, a ser realizado em Suzhou, na China.

» Veja o vídeo no Terra TV
» Veja mais fotos
» Robôs brasileiros tricampeões vão ao mundial nos EUA

Treze modalidades são disputadas e os cerca de 300 concorrentes são divididos por faixa etária e tipo de equipamento. Não só aficionados por robótica, como estudantes universitários e do ensino médio disputam até a próxima quinta-feira as etapas eliminatórias.

O futebol de robôs é uma atração à parte: as partidas são realizadas com cinco robôs em cada equipe, num pequeno campo de 4,9 metros. Pelo regulamento, os robôs não podem exceder uma circunferência com 180mm de diâmetro e 15cm de altura. Uma câmera visualiza o jogo e envia as imagens para um computador, que realiza as estratégias e tomada de decisões. Os robôs artilheiros recebem as orientações feitas por transmissores de FM.

Outra modalidade que atrai a atenção dos curiosos é o sumô, onde um robô normalmente feito de peças de lego tenta empurrar seu oponente para fora de uma arena circular. Em outro esporte, os robôs têm que entrar em contato com outro e capturarem peças de determinada cor no menor tempo possível.

Segundo a coordenadora do CBR 2007, Sílvia da Costa Botelho, as competições têm como objetivo estimular a robótica inteligente ao oferecer às máquinas, problemas e desafios encontrados no mundo real. "Os equipamentos navegam em ambientes dinâmicos e exploram ambientes", diz, ressaltando que o trabalho faz com que robôs sejam usados em monitoramento ambiental, além de verificação em ambientes perigosos ou de difícil acesso. "É muito bom vermos tantos alunos, inclusive do ensino médio, participando da competição".

O estudante da sétima série, Érico Fernandes, de apenas 12 anos, deixou o Rio de Janeiro para participar da competição de sumô. Ele se diz um apaixonado por legos e robôs e conta que começou a trabalhar num curso oferecido pela sua escola há cerca de um ano. "Comecei fazendo uns carros com controle remoto, que é bem mais simples", diz ele, maravilhado com outras tecnologias de transmissão que conheceu durante o evento. "Vou falar com os professores e com os colegas para que a escola tenha uma tecnologia mais avançada".

Especial para Terra