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Por isso, segundo os estudantes, a invenção pode ajudar países em desenvolvimento ou com problemas de escassez de energia elétrica, além de locais afastados também carentes de eletricidade.
De acordo com o site Daily Tech, a novidade foi a vencedora de um concurso promovido pela instituição, no qual os integrantes da equipe BioVolt levaram o prêmio principal de US$ 5 mil.
"Nosso protótipo, o BV1, utilizará organismos anaeróbicos para digerir a celulose e convertê-la em eletricidade e água em uma célula combustível microbial", explicaram os estudantes no site da competição acadêmica, acrescentando que o mecanismo produz a quebra da celulose para transformá-la em açúcares, que são oxidados pela bactéria, gerando uma reação de elétrons, prótons e oxigênio, que acaba por produzir água e completar a série de reações para garantir a geração de eletricidade.
De acordo com o blog do Sci Fi Tech, os estudantes afirmam ainda que várias unidades do invento podem ser conectadas para aumentar o rendimento de energia e que refinamentos no design do produto poderão render um aumento de 100 vezes em eficiência.
Magnet
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Reprodução
Foto mostra dois protótipos do dispositivo BV1 que deu o prêmio de US$ 5 mil à equipe
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