Atualizada às 10h54
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Outras universidades da China já contam com regras semelhantes desde 2000, sempre focando os estudantes do primeiro ano. Mas, de fato, a proibição não tem atingido resultados satisfatórios, ainda segundo o artigo. Pesquisas indicam que a maioria que navega e joga na Internet em máquinas de centros de computação das universidades ou em cibercafés próximos às faculdades é formada por calouros.
De acordo com uma pesquisa feita com 15 universitários, logo após terminar o primeiro ano de faculdade a maioria dos estudantes compra computadores e começa a gastar muito tempo jogando. Doze admitiram ter ido mal nas provas pelo menos uma vez e nove deles afirmaram ter comprado computadores especificamente para jogar. Além disso, os entrevistados admitiram que muitos garotos estão obcecados com a Internet.
Por isso, nem todo mundo concorda que a proibição de computadores para calouros é a resposta para o problema, lembrou o site Ars Technica. Para o especialista em vício de Internet Tao Hongkai, por exemplo, o efeito de uma proibição do tipo é muito limitado. A chave para resolver o problema, segundo ele, é educar, orientar e ajudar os estudantes a superarem seu vício em internet e games.
O Ars Technica ressaltou ainda que os chineses optaram por um caminho inverso do adotado nos Estados Unidos, onde os calouros são incentivados a levar seus computadores para as universidades em que estudam.
Magnet
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Reuters
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