
Atualizada às 14h51
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De acordo com a pesquisa, 16% dos homens e 8% das mulheres que possuem acesso à Internet no serviço admitem ver pornografia enquanto trabalham. Entretanto, apenas 6% dos homens e 5% das mulheres admitiram fazê-lo propositalmente.
O acesso à Internet sem fio aumentou a visualização de pornografia no trabalho, fazendo com que empregadores sejam mais agressivos no uso de aplicativos para bloquear o acesso a sites inapropriados. A pesquisa cita, também, que 65% das empresas nos Estados Unidos utilizavam softwares de bloqueio no país em 2005, contra 40% quatro anos antes.
Por causa da facilidade de acessar pornografia em dispositivos portáteis - até mesmo naqueles que são da empresa e bloqueados - muitos empregadores estão com medo de serem processados por algum funcionário que se ofenda com um colega vendo material impróprio.
O monitoramento de dispositivos sem fio é praticamente "impossível", de acordo com Richard Laermer, presidente da empresa de recursos humanos RLM. "Responsabilidade é a coisa que me mantém acordado à noite. Somos responsáveis pelo que as pessoas fazem nas nossas dependências", disse.
Redação Terra
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