Atualizada às 11h44
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O Canadá, que no relatório de 2004 havia ficado em segundo lugar, saiu da lista e hoje é responsável por 0,8%, graças ao esforço promovido pelo plano de ação anti-spam que teve inicio há três anos.
Em terceiro lugar ficou a China, que caiu 8,5% do ano anterior também graças a uma lei anti-spam e hoje representa apenas 4,9% de todas as mensagens não solicitadas. A Rússia, famosa no que diz respeito ao cibercrime, ficou em 4º lugar, com 4,4%.
O ranking, contudo, se limita a informar onde estão os computadores pelos quais o envio foi feito, sendo assim se um computador dos Estados Unidos for infectado por um vírus italiano que realiza envio de mensagens não solicitadas, estas serão classificadas como spam americano.
Segundo o site Boston Business Journal, especialistas afirmam que a melhor maneira de reduzir a ação dos criminosos é alertar o público dos riscos e possíveis soluções de pragas virtuais.
Carol Theriault, consultora de segurança sênior da Sophos explicou que as autoridades devem investir mais em educação dos usuários e garantir que os provedores se tornem mais eficientes no esforço de identificação de máquinas comprometidas.
A lista completa chamada de "Dirty Dozen" foi reproduzida no site ComputerWeekly, acessível pelo atalho http://tinyurl.com/2sjkqa.
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