Atualizada às 12h50
» Primeiro chip de RFID brasileiro é apresentado
» Empresa brasileira desenvolve etiquetas eletrônicas
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À prova d'água, o adesivo também permite que os usuários escrevam sobre ele com caneta, assim como insiram dados no chip ou enviem informações remotamente para um website.
"Esperamos vender grandes quantidades dos adesivos RFID para hospitais, como também para organizações como parques de diversão, onde as etiquetas de identificação podem ser usadas para controle de entrada e serviços de pagamento, além de auxiliar na identificação e localização de crianças", ressaltou Lawrence Sammeroff, presidente da Frank Sammeroff, companhia especializada em produtos da área médica, em nota divulgada à imprensa.
Já a Gentag, companhia com expertise em tecnologia, acrescentou que a nova etiqueta RFID, chamada GT-200, conta com memória de 2 Kb, podendo guardar informações como números de telefone de emergência, RG e tipo sanguíneo do usuário, por exemplo, ajudando a evitar até possíveis trocas de bebês em maternidades.
Magnet
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Divulgação
A etiqueta RFID permite que os médicos usem seus celulares e handhelds para acessar as fichas
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