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Terça, 13 de novembro de 2007, 12h50 Atualizada às 12h50

Etiqueta eletrônica ajuda a evitar erro médico

As companhias Frank Sammeroff e Gentag desenvolveram um novo formato de etiquetas com tecnologia de Identificação por Rádio Freqüência (RFID) bem menos invasivo do que algumas opções comestíveis ou que exigem implante no corpo. No formato de um curativo adesivo à pele, como um emplastro, a nova etiqueta RFID permite que os médicos usem seus celulares e handhelds para acessar as fichas com o histórico completo dos pacientes, remédios e dosagens administradas, além de receber advertências sobre possíveis incompatibilidades entre medicamentos e alergias, além de outras informações importantes para o tratamento de saúde.

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À prova d'água, o adesivo também permite que os usuários escrevam sobre ele com caneta, assim como insiram dados no chip ou enviem informações remotamente para um website.

"Esperamos vender grandes quantidades dos adesivos RFID para hospitais, como também para organizações como parques de diversão, onde as etiquetas de identificação podem ser usadas para controle de entrada e serviços de pagamento, além de auxiliar na identificação e localização de crianças", ressaltou Lawrence Sammeroff, presidente da Frank Sammeroff, companhia especializada em produtos da área médica, em nota divulgada à imprensa.

Já a Gentag, companhia com expertise em tecnologia, acrescentou que a nova etiqueta RFID, chamada GT-200, conta com memória de 2 Kb, podendo guardar informações como números de telefone de emergência, RG e tipo sanguíneo do usuário, por exemplo, ajudando a evitar até possíveis trocas de bebês em maternidades.

Magnet

Divulgação
A etiqueta RFID permite que os médicos usem seus celulares e handhelds para acessar as fichas
A etiqueta RFID permite que os médicos usem seus celulares e handhelds para acessar as fichas

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