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Um determinado revestimento, por exemplo, hoje pode ser criado para que seja corroído apenas em uma área específica do sistema digestivo, ou após um certo tempo. Todavia, isto não é confiável, já que a concentração de enzimas digestivas varia em cada indivíduo.
A fabricante Philips, então, pretende criar cápsulas programáveis que poderão ser abertas por sinais remotos. Assim, a pílula pode ser rastreada por mecanismos de monitoramento como ressonância magnética e ultrassom e liberar a droga em um local apropriado, sob ordem médica.
Seria possível, também, programar a droga de acordo com fatores externos como, por exemplo, caso a pressão sangüínea do paciente chegue a um nível pré-determinado.
A intenção da fabricante é tornar as novas pílulas baratas o suficiente para que sejam descartáveis, não precisando ser recoletadas e recicladas, porém ainda não há qualquer previsão de lançamento para a tecnologia.
O texto da patente, em inglês, pode ser lido na íntegra em tinyurl.com/2bku7v.



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