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 Philips patenteia pílula com controle remoto
22 de novembro de 2007 10h43 atualizado às 10h47

A Philips registrou uma patente que pode revolucionar a indústria farmacêutica: pílulas com controle remoto. Segundo o NewScientist, as atuais pílulas utilizam métodos físico-químicos para atrasar a liberação de sua droga no organismo.

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Um determinado revestimento, por exemplo, hoje pode ser criado para que seja corroído apenas em uma área específica do sistema digestivo, ou após um certo tempo. Todavia, isto não é confiável, já que a concentração de enzimas digestivas varia em cada indivíduo.

A fabricante Philips, então, pretende criar cápsulas programáveis que poderão ser abertas por sinais remotos. Assim, a pílula pode ser rastreada por mecanismos de monitoramento como ressonância magnética e ultrassom e liberar a droga em um local apropriado, sob ordem médica.

Seria possível, também, programar a droga de acordo com fatores externos como, por exemplo, caso a pressão sangüínea do paciente chegue a um nível pré-determinado.

A intenção da fabricante é tornar as novas pílulas baratas o suficiente para que sejam descartáveis, não precisando ser recoletadas e recicladas, porém ainda não há qualquer previsão de lançamento para a tecnologia.

O texto da patente, em inglês, pode ser lido na íntegra em tinyurl.com/2bku7v.

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