
Atualizada às 14h22
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"Trata-se de passos na direção certa, mas acredito que mesmo o melhor sistema possa ser derrotado", disse a sargento-detetive Kimberly Scanlan, que comanda a seção de exploração infantil da unidade. "Eu gosto as medidas de segurança, mas sei como pensam os predadores sexuais, e eles são muito antenados. Passam tanto tempo em seus computadores, estudam tanto as novas tecnologias, que sempre encontrarão maneira de contornar os obstáculos. A segurança não é infalível", afirmou.
Os sites de redes sociais que se afirmam seguros para crianças a partir dos seis anos incluem mundos virtuais como o Club Penguin (http://www.clubpenguin.com/), que promete salas de bate-papo seguras para as crianças, em um "ambiente moderado".
O Club Penguin, que desfruta entre os pré-adolescentes de status semelhante ao que o Facebook desfruta entre os jovens, utiliza filtros de conversação que incluem bloqueios ao uso de linguagem imprópria e também um recurso de segurança conhecido como "chat de proteção completa", no qual só sentenças pré-aprovadas podem ser utilizadas em conversas.
O site Anne's Diary (http://annesdiary.com/), inspirado pelo personagem principal de "Anne of Green Gables", livro de L. M. Montgomery, usa um leitor de autenticação de impressões digitais e afirma ter estabelecido "novos paradigmas em termos de segurança online".
Mas Scanlan afirmou que tecnologia apenas não é o bastante. "Os pais precisam continuar vigilantes; precisam fornecer as ferramentas às crianças e manter comunicação com elas... É preciso sempre conversar com elas. Não basta uma conversa sobre segurança na Internet feita uma única vez", ela afirmou.
Reuters
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