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Até o final de 2006 e nos 20 anos anteriores, a F-Secure contou um total de 250 mil amostras, disse Mikko Hypponen, chefe de pesquisa da empresa. Somente neste ano, já foram encontradas mais de 250 mil amostras, declarou.
Estatísticas em códigos maliciosos de empresas de antivírus variam, já que os dados derivam da experiência de consumidores e dependem de quão abrangente é o uso do software. Mas outras empresas de segurança também notaram um crescimento excessivo de código malware na Internet nos últimos anos.
O crescimento mostra que os crackers estão "gerando uma grande quantidade de malwares diferentes propositalmente, para tornar a vida dos desenvolvedores de antivírus mais difícil", disse Hypponen.
"A inovação parece estar em queda e sendo substituída por um grande volume de kits de malware em produção em massa", de acordo com o relatório da F-Secure, referente ao segundo semestre de 2007.
Redação Terra
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