Atualizada às 14h01 A pesquisa também revelou que 53% dos internautas admitiram ter procurado informações de conhecidos, como colegas de trabalhos, amigos, familiares e vizinhos (celebridades, não), e 60% afirmaram não ter qualquer preocupação a respeito de suas informações disponíveis online.
Em entrevista à AP, Mary Madden, pesquisadora sênior da Pew, explicou que estava surpresa por ver que parte dos internautas nunca teve curiosidade de procurar uma única vez por seu nome online.
Alguns usuários afirmam procurar por seus nomes freqüentemente, enquanto três quartos dos entrevistados que confirmaram a "busca vaidosa" alegaram ter feito apenas uma ou duas vezes. Apenas 4% dos internautas disseram ter encontrado informações imprecisas ou vexatórias ao buscar pelo próprio nome.
Em muitos casos, a busca por outros nomes é feita com objetivos inócuos, como por exemplo, encontrar os contatos de alguém. Mas um terço dos que disseram buscar informações sobre outras pessoas procuravam registros públicos como falência e procedimentos de divórcio. Um número similar procurou as fotos de outra pessoa.
O estudo também descobriu que enquanto a prática é mais freqüente entre usuários abaixo dos 50 anos, que precisam manter uma boa imagem profissional, os adolescentes são mais zelosos por sua privacidade, e por isto têm como hábito restringir o acesso aos seus perfis em redes sociais.
A pesquisa foi conduzida por telefone entre os dias 30 de novembro e 30 de dezembro de 2006 e tem uma margem de erro de mais ou menos 3 pontos percentuais.
O fenômeno da auto-busca online não é recente e já foi usualmente chamado de "egosurfing".
Magnet
|
AFP
A prática de procurar o próprio nome é mais comum entre usuários com menos de 50 anos
|
05h49 » Hacker teria invadido sistema do governo e exigido US$ 350 mil
20h03 » Estudo afirma que tecnologia não leva ao isolamento social
16h19 » Tribunal determina retirada de música dos Beatles de site