
» Pregão eletrônico define laptop popular para escolas
O acordo, assinado nos Estados Unidos pela Protocol Freedom Information Foundation, tinha por objetivo ajudar a Samba, uma produtora de software gratuito e de fonte aberta para servidores. "O acordo permite que conservemos o Samba atualizado diante das recentes mudanças no Microsoft Windows, e também ajuda outros projetos de software aberto que precisam interoperar com o Windows", disse Andrew Tridgell, criador do Samba.
O software em questão se destina a uso em escritórios por pequenos grupos, e administra a conexão com redes e o uso compartilhado de impressoras.
A Comissão constatou em 2004 que a Microsoft havia recusado oferecer informações de interconexão ¿ conhecidas como protocolos ¿, de maneira que permitisse que os computadores acionados pelo Windows e servidores acionados por software produzido por concorrentes funcionassem juntos.
As ações da Microsoft para cercear a competição levaram sua fatia de mercado no software para servidores a disparar, e reduziram severamente o mercado de suas concorrentes, que essencialmente abandonaram esse segmento.
A Microsoft resistiu a cumprir a ordem até que o segundo mais alto tribunal da União Européia confirmou a decisão da Comissão, em setembro. Já que o Samba não era um software comercial e não havia como expulsá-lo do mercado, ele pôde se beneficiar da decisão.
» Microsoft admite vender códigos-fonte confidenciais
» Microsoft aceita derrota e multa de R$ 1,3 bi da UE
Reuters
15h44 » Toshiba lança disco rígido ideal para iPods e netbooks finos
12h42 » Windows 7 é um sucesso de mercado, segundo analistas
08h29 » Aplicativo para iPhone promete interpretar choro de bebê