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Quarta, 26 de dezembro de 2007, 11h00 Atualizada às 10h52

Chips de silício atrasam evolução de games

De acordo com um projeto científico que está sendo construído por especialistas da Universidade de Glasgow, na Escócia, e a Corporação de Pesquisa de Semicondutores dos Estados Unidos, chips de computador baseados em silício têm chegado ao auge de sua performance e velocidade e agora estão atrasando criadores de games, de acordo com a Monsters & Critics.

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Mais especificamente, a equipe de especialistas internacionais está trabalhando em avanços tecnológicos que possibilitarão o desenvolvimento de jogos inovadores e que quebrarão barreiras, com realismo e complexidade nunca vistos.

O projeto, que custa 1,2 milhão de libras esterlinas, cerca de R$ 4,26 milhões, é apoiado pelo Conselho de Pesquisas em Ciências Físicas e poderia dar acesso a tecnologias inovadoras a desenvolvedores em torno de 2011.

"Muitos jogos de computador ainda parecem irreais e achatados", disse o professor Iain Thayne, pesquisador chefe do projeto, para o Yorkshire Post. "O que gamers querem é que produtoras criem games que o façam sentir como parte de um mundo sintetizado."

Thayne ainda disse que a tecnologia atual instalado em computadores pessoais e videogames "está segurando este desenvolvimento". De acordo com o professor, um crescimento na potência dos chips de videogames traria "uma nova geração de consoles".

Também se acredita que tais avanços tecnológicos poderiam levar a baterias melhores para telefones celulares, câmeras digitais e diversos outros aparelhos portáteis.

Redação Terra

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